“O título original do filme, traduzido ao pé da letra, significa 37,2 graus (centígrados) pela manhã, uma referência à temperatura do corpo e à hora do dia mais propícia para uma mulher engravidar. Betty é uma mulher cujo espírito vive nesse estado febril, nesse período fértil 24 horas por dia”.
Começo pela duração do filme, que nessa versão em Dvd foi ampliada; sem os cortes do que foi à época para o cinema. E o por que? Porque não irão ver o tempo passar. Nele encontrarão um pouco de: drama, romance, comédia, suspense… pontuando um tórrido e explosivo romance. Entre Betty e Zorg. Que também subverte a vida dos que estão próximo.
Betty, dos encontros noturnos… numa certa manhã, meio que invade a vida, a casa desse… diria, desse pacato cidadão que é o Zorg. De malas, ela praticamente o escolheu para ser o seu eterno amor. Por vezes uma doce menina, noutras uma mulher pronta a viver seu desejo, aos poucos nos dá a certeza de que não será um romance banal. E num de seus acessos de… descontrole… ela descobre algo que Zorg ocultara, até então. Que a faz ficar… fascinada… Pondo mais fogo nessa paixão.
Zorg, é um doce de pessoa! Eu me apaixonei por esse personagem. Ele a deixa entrar em seu coração, em sua vida… A princípio, como uma novidade. Como quando a recebeu, ainda tímida, meio que pedindo permissão para nela, dela fazer parte… Depois, numa entrega de corpo e alma… E faz loucuras por esse amor… acalorado… louco… bandido… por esse amor transgressor, mas que veio para ficar.
Entre cenas longas e curtas de sexo explícito (A que inicia o filme… longa, talvez sim para uns… A mim… Fiquei numa de: “Espere por ela…”. Outra, perto de uma lareira… Uau!!), em vê-los desnudos até em viver essa paixão louca… Entre cenários simples onde a natureza dá o tom… Com uma trilha sonora belíssima… Betty e Zorg nos deixa um convite para revê-los outras vezes mais.
Ah! o final… O final nos leva a pensar. Assistam! Nota: 10.
Por: Valéria Miguez (LELLA).
Betty Blue (37°2 le matin). França. 1986. Direção e Roteiro: Jean-Jacques Beineix. Com: Jean-Hugues Anglade (Zorg), Béatrice Dalle (Betty), Gérard Darmon (Eddy), Consuelo De Havilland (Lisa), Jacques Mattou (Bob). Gênero: Drama. Duração: 185 minutos. Classificação: 18 anos.










Assisti a Betty Blue numa das mostras de cinema de SP e fiquei fascinada por ele: a trilha, os cenários, os personagens, os atores…
A vida de Zorg sendo mudada radicalmente por Betty. O amor, a paixão e a loucura.
Trata-se de um destes filmes que ficam na cabeça da gente, que não dá pra esquecer e do qual vc falará vez ou outra, sempre que o assunto “cinema” vier à tona.
Depois de tê-lo visto passaram-se muitos anos e comecei a procurá-lo em videolocadoras sem, infelizmente, nunca o ter encontrado.
Mas este filme ficou em minha lembrança, principalmente pelo seu final, que não vou contar aqui, é claro, pois espero que todos o assistam um dia.
Corri a uma loja e comprei o vinil, que guardei durante anos, o ouvindo incontáveis vezes, sem que nunca tenha me cansado de fazê-lo.
Quando tiverem o prazer de assistir Betty Blue, prestem atenção à trilha, por favor.
Cada segundo deste filme vai valer a pena!
Oi Vera,
o dvd está num preço bom aqui – R$19,90:
http://www.2001video.com.br/detalhes_produto_extra_dvd.asp?produto=8583
E grata por deixar sua impressão do filme!
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Olhe no Acervo, veja o que não tem lá, e que queira comentar.
Beijo grande,
Betty Blue queima a quem mergulha no filme, de tal forma que nunca se livrará das cicatrizes dessa queimadura azul.
Oi Thálita!
Muito legal a sua interpretação pelo título nacional!
Volte mais vezes!
Beijo grande,