“Nenhum homem é uma ilha…” ( Ernest Hemingway)
Poderiam ter deixado apenas “Juntos” na tradução do título. Pois o que escolheram desvirtua o propósito da história. E qual seria? O encontro, não tão casual de quatro pessoas, que juntos enfrentarão seus medos, seus sentimentos de perdas, suas frustrações. E até o medo de sofrer uma nova e grande desilusão.
Camille (Audrey Tautou) conhece Philibert (Laurent Stocker) entrando no mesmo prédio onde moram. Ele mora num grande apartamento. Já ela, mora no que talvez tenha sido a ala dos empregados no passado daquele prédio. Há uma certa empatia de ambos, o que dá início a uma amizade. De pronto, ficamos cientes que ela trabalha como faxineira em escritórios. Embora desenhe muito bem. Dele, vamos descobrindo aos poucos. Embora muito culto, por um problema, tem sua vida profissional emperrada.
Com Philibert mora Franck (Guillaume Canet). Ele é Chef de cozinha. Um tanto carcamano. Em suas folgas, leva prostitutas para o apartamento. Que além de transarem, ele bebe muito e ainda coloca um som alto. Philibert faz vista grossa, até por gostar dele. Franck também tem uma avó que por conta do gênio, de humanos, só tolera ele e uma vizinha. Ela é Paulette (Françoise Bertin). Mora sozinha. Numa casinha cheia de plantas e animais.
O que irá unir de vez esses quatro será, uma gripe forte em Camille, que faz com que Philibert a leve para sua casa, para cuidar dela. E de tabela, um tombo de Paulette. Que faz com que Franck também reavalie sua postura até então.
O que me motivou mais a ver o filme, foi a atriz, Audrey Tautou (A doce Amélie Poulain). Depois sem dúvida foi a história do filme. Mas… Faltou algo para que o filme me motivasse a rever. Pena! A história se perdeu… E eu não sei explicar onde. Até para quem conhece as minhas análises, já sabem que eu adoraria uma história assim. Por mostrar que ninguém se faz sozinho. Que é muito bom uma mão amiga. No exemplo de Camille, mesmo tendo uma transação comercial, veio em ótima hora. O filme é bom, mas poderia ter sido um ótimo filme.
Por: Valéria Miguez (LELLA).
Enfim, Juntos (Ensemble, c’est tout). 2007. França. Direção e Roteiro: Claude Berri. Elenco: Audrey Tautou, Guillaume Canet, Laurent Stocker, Françoise Bertin. Gênero: Drama. Duração: 97 minutos. Adaptação do livro homônimo de Anna Gavalda.










Oi Lella.
Adorei se blog. Vou voltar sempre.
Você assistiu esse filme no cinema ou na TV ? Fiquei interessada em ver também …
Bjs.
Elvira
Oi Elvira,
Bem-vinda e grata!
O filme deve sair logo dos Festivais. Só não sei se irá direto para dvd.
Beijoca,
Eu gosto muito do cinema francês.
Ah! Outro dia disse que fazia tempo que não assistia comédias e acabei lembrando-me de ti ontem, estava sem nada para fazer no começo da noite (novidade) e assisti a um filme que passava no canal pago. Não sei o nome do filme (rs) pra variar, mas a atriz que vivia o personagem principal (uma menina que tem um irmão gêmeo e que o substitui porque quer jogar futebol) é a mesma atriz que participou da comédia que no Brasil ganhou o nome de Tudo que uma garota quer (outra comédia romântica). Queimei a língua (rsrsrsrsrs).
Beijos meus caríssima
Lunna,
quando anunciar o filme “Para Roseanna” (Roseanna’s grave), com Jean Reno, não perca.
Eu gostaria muito de rever esse filme. Até por esse ator que eu adoro.
Menina, comédia também é bom de se ver
estou fazendo um estudo desta obra para o meu trabalho final na fac, curso de letras port/francês. adoro o livro, já li várias vezes. será q vc ñ podia me dá umas dicas? essa semana uma amiga vai me trazer o filme.
Oi Tânia,
eu não sei como ajudá-la, mas estou a sua disposição.
E eu só vi o filme, não li o livro.
Fico aguardando!
Beijo grande,