“Eu não quero sobreviver, eu quero é viver!“.
O filme faz referências há alguns Clássicos, até de um jeito implícito. Mas os dois de maior peso são: ‘2001 – Uma Odisséia no Espaço’ e ‘ET – O Extraterrestre’. Embora o robozinho central, o Wall-E, me fez lembrar de um filme que eu curtia assistir nas Sessões da Tarde, o ‘Um Robô em Curto Circuito’. Esse por sinal com cenas onde ficava em lágrimas. Eu gosto de robôs desde criança por conta do ‘Perdidos no Espaço’. Indo mais para frente, esse filme também me fez lembrar do ‘O Milagre veio do Espaço’. E é isso que ‘Wall-E’ deixou em mim, de um ótimo sessão da tarde! De ver e rever com pipoca e guaraná.
Mas ainda tenho outras considerações, já adentrando na história…
O planeta Terra foi inundado por uma quantidade assustadora de lixo. Num pouquinho de propaganda do ‘Blade Runner’… os habitantes foram viver numa colônia no espaço. A Companhia encarregada de tentar reverter todas aquelas montanhas de lixo… lembrando um pouco o filme ‘Coma’… por não conseguir, fez com que esquecessem da Terra. Com tudo robotizado por lá… nem o simples caminhar exerciam mais. Ficaram obesos. E perdendo todo o contato humano – o tocar um no outro não existia mais.
Mas e o planeta Terra, o que restou dele? Ainda era habitado por um ser vivo? Bem, daquilo que já ouvimos falar, um animal que sobrevive a qualquer cataclisma… sim, uma barata. Por me fazer lembrar da ‘Kafka’, não guardei o nome dela. Ela era a companheirinha do Wall-E. Não tinha o pirlimpimpim da Sininho do Peter Pan, mas era também divertida.
Wall-E (Que na verdade era um sigla: Waste Allocation Load Lifters – Earth) era o último remanescente dos robôs programados para tentarem dar uma maquiada naquela lixarada. Sua visão dos humanos vinha de um video-cassete. É, uma fita em VHS. Por conta de que, o que ainda funcionava era esse aparelho, e não um para CD? Um caso a se pensar. Ele mantinha a rotina diária ao qual fora programado. Mas por conta do filme que assistia, tinha a esperança de que um dia os humanos voltariam. À noitinha, gostava de olhar o céu.
Meio que ’suas preces foram atendida’, num dia, abrindo uma caixa, descobre uma plantinha viva. Tendo como recipiente, uma velha botina. A plantinha parecia um broto de feijão. Logo depois, chega uma robozinha, de nome Eva. Significativo, não? Como Adão e Eva. Mas cadê o paraíso? Eva era um pouco temperamental. Mesmo assim, Wall-E ficou encantado.
Ainda com o destino conspirando a favor, mesmo por linhas tortas… mas para não tirar mais a surpresa de vocês… o casalsinho irão passar por maus pedaços, não apenas para salvar a última plantinha do planeta, mas também todo a Terra. E ela, quando focada lá da colônia, o continente que mais se destacava era a América do Sul, numa clara alusão a Floresta Amazônica. Agora, reparem em qual é focado quando é o ‘go home’.
Para finalizar, senti falta de uma população mais diversificada. Não dá para pensar que uma mutação genética fez todos ficarem branquinhos. Ah sim! A trilha sonora é ótima! Enfim, como disse no início, é um ótimo sessão da tarde!
Por: Valéria Miguez (LELLA).
Wall-E. 2008. EUA. Direção e Roteiro: Andrew Stanton. Gênero: Animação. Duração: 97 minutos.










que site ótimo vc tem, viu?
parabéns pelos textos.
peguei três filmes pra ver que li aqui, já vi dois e não me decepcionei.
beijocasssssssssssssss, serei assídua!
Oie! Grata!
E caso queira também ajudar nesse acervo, com texto(s) seu(s), avise por um comentário, que eu lhe passo o email para onde enviar texto e foto que irá ilustrar.
Beijo grande,
vou mandar sim… conheço um com o final mais perfeito que eu já vi até hoje. acredito que as pessoas tb possam gostar!
beijocasssssssss de novo e obrigada!
Legal! Vou lá, passar o bat-canal