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	<title>Cinema é a minha praia!</title>
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	<description>Minhas análises dos Filmes.</description>
	<pubDate>Wed, 14 May 2008 20:28:40 +0000</pubDate>
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		<title>2 Dias em Paris (2 Days in Paris)</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 20:28:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
&#8220;Nós sempre teremos Paris!&#8221; (Casablanca)

Creio ter ido com muita expectativa com essa Direção e por conta de ser uma mulher. Não tanto pela atriz, Julie Delpy. Mas sim por ansiar ver na lista dos Grandes Diretores mais mulheres. Por elas agora terem as portas se abrindo. Bem, estarei na torcida pelos próximos dela. Ainda não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#333366;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/2daysinparis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-352" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/2daysinparis.jpg?w=500&h=278" alt="" width="500" height="278" /></a></span></p>
<p><span style="color:#333366;"><strong>&#8220;<em>Nós sempre teremos Paris!</em>&#8221; </strong>(Casablanca)<br />
</span></p>
<p><span style="color:#333366;">Creio ter ido com muita expectativa com essa Direção e por conta de ser uma mulher. Não tanto pela atriz, Julie Delpy. Mas sim por ansiar ver na lista dos Grandes Diretores mais mulheres. Por elas agora terem as portas se abrindo. Bem, estarei na torcida pelos próximos dela. Ainda não foi com esse filme que ela ingressou nesse seleto rol.</span></p>
<p><span style="color:#333366;"> Para mim, ela errou ao explicar detalhadamente sua história. Por ser dela o roteiro, talvez achou que nem todos entenderiam. Ou para que não associássemos a outros filmes. Mas não tem como não lembrar de outros filmes assistindo esse. Nesse ponto eu até não me importaria nada. Até porque na primeira hora do filme eu ri bastante. O que me incomodou mesmo foi no off explicar tudo. Teve momentos que me deu vontade de falar: &#8220;Para de falar mulher! Pare de explicar! Me deixe divagar sobre a história!&#8221; Talvez pelo peso de estar na Direção, ela atuou presa. Parecia que queria não errar. E acabou complicando esse seu primeiro trabalho. Pena!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#333366;">O personagem do Adam Goldeberg me fez lembrar dos de Woody Allen. Mas até ai tudo bem! Ele também fez  um hipocondríaco engraçado. Assim como soube levar um americano assustado com o jeito de ser dos parisienses. Como também mostrou um jeito de ser de um turista estadunidense. Agora, faltou algo mais no sentir ciúmes dos &#8220;ex&#8221; da companheira. Parecia mais assustado e até chocado com a vida sexual dela antes<br />
de se conhecerem do que enciumado.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#333366;">Quem sabe daqui a alguns anos, um remake dê uma boa enxugada nesse roteiro. Então eu curta mais o filme. Porque a história até que é boa: Um casal, já numa leve crise conjugal, saem em férias até Veneza. Como numa 2ª lua de mel. Ma que fora do jeito que ela sonhou. Daí, antes voltarem para Nova Iorque, resolvem passar dois dias em Paris. Para apresentá-lo com mais tempo a seus pais e a sua irmã. Como também apanhar o gatinho. E nesses dois dias, entre os &#8220;ex&#8221; que aparecem vários, eles discutem a relação. Mais, acabam conhecendo o que até então desconheciam um do outro.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#333366;">Enfim, ficou com um gosto de sessão-da-tarde.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#333366;">Por: Valéria Miguez.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#333366;"><strong>2 Dias em Paris (2 Days in Paris)</strong>. 2007. França. Direção e Roteiro: Julie Delpy. Elenco: Julie Delpy, Adam Goldberg, Daniel Bruhl. Gênero: Comédia, Romance. Duração: 96 minutos.</span></p>
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		<title>Apenas Uma Vez (Once)</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 14:24:38 +0000</pubDate>
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&#8220;Farei o que você pedir
Se me deixar ser livre.&#8220;
Um musical magistral! E para mim, inovador. Há algo mais de atualidade. Como também por estarem as músicas como coadjuvantes. Belíssimas por sinal. As músicas vão aparecendo naturalmente. Este é um filme que com certeza indicaria aos que torçam o nariz para esse gênero: musicais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><address> </address>
<p><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/once-2006.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-371" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/once-2006.jpg?w=500&h=319" alt="" width="500" height="319" /></a></p>
<address> </address>
<address><span style="color:#002c59;">&#8220;<strong>Farei o que você pedir</strong></span></address>
<address><span style="color:#002c59;"><strong>Se me deixar ser livre.</strong>&#8220;</span></address>
<p><span style="color:#002c59;">Um musical magistral! E para mim, inovador. Há algo mais de atualidade. Como também por estarem as músicas como coadjuvantes. <a href="http://br.youtube.com/watch?v=CoSL_qayMCc">Belíssimas</a> por sinal. As músicas vão aparecendo naturalmente. Este é um filme que com certeza indicaria aos que torçam o nariz para esse gênero: musicais. Irão também se apaixonar. Eu adoro!</span></p>
<p><span style="color:#002c59;">Um pouquinho da história para não tirar-lhes o prazer em acompanhar esse filme até o final. E que final!</span></p>
<p><span style="color:#002c59;">Um não tão jovem rapaz canta nas ruas de Dublin para conseguir uns trocados. Uma vendedora de flores fica encantada por uma das músicas. Com seu jeito simples de ser, inicia um diálogo com ele. Querendo saber quem o inspirara. E é o início de uma linda história. Ambos vão se conhecendo.</span></p>
<p><span style="color:#002c59;">Ele veio morar com o pai. A princípio, acreditando que para fazer companhia ao pai que se enviuvara. Com o desenrolar da história, ficamos ciente que seria por uma fuga&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#002c59;">Ela é tcheca. Mora há pouco tempo na Irlanda, com a mãe e uma filhinha pequena. Tal como ele, também trouxe uma bagagem interior&#8230; Também deixara algo pendente&#8230; É pianista, mas por ter que sustentar sua pequena família, ter um piano em casa é algo muito fora do seu orçamento. E para continuar exercitando, treina numa loja de instrumentos musicais. Ambos, têm composições próprias. Nascendo uma bela parceria&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#002c59;"> Outro ponto positivo é a história fluir como sendo verossímel. E bem atual, onde sonhos são em muitas das vezes deixados para trás por conta das contas a serem pagas. Ambos atuam com muita naturalidade. Amei! Nota máxima em tudo!</span></p>
<p><span style="color:#002c59;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#002c59;"><strong>Apenas Uma Vez (Once)</strong>. 2006. Irlanda. Direção e Roteiro: John Carney. Elenco: Glen Hansard, Markéta Irglová. Gênero: Drama, Musical, Romance. Duração: 85 minutos.</span></p>
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		<title>Conversando com Mamãe (Conversaciones con Mamá)</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 01:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LELLA</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
&#8220;Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.&#8221; (Hermann Hesse)
Esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#363636;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/conversaciones-con-mama.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-364" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/conversaciones-con-mama.jpg?w=430&h=283" alt="" width="430" height="283" /></a></span></p>
<p><span style="color:#363636;">&#8220;<strong><em>Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.</em></strong>&#8221; (Hermann Hesse)</span></p>
<p><span style="color:#363636;">Esse filme é de ver com brilhos nos olhos! Daqueles que mostram que não precisa de grandes efeitos especiais, nem cenários paradisíacos para nos encantar. O Cinema Argentino tem nos dado belos presentes. A Todos nós, sensíveis e sem receio em finalizar um capítulo da vida.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#363636;">Como diz o título, o filme foca um diálogo com a mãe e nesse, dela com um filho homem e já adulto. A princípio parecem falar &#8220;línguas diferentes&#8221;. E creiam não há nada de entediante nessa conversa. É de acompanhar com emoção e por vezes dando gostosa gargalhada.</span></p>
<p>Jaime (Eduardo Blanco), pressionado pela esposa que não quer perder o estilo de vida em função dele estar desempregado, procura a mãe para dizer que terá que vender a casa onde ela mora. Surpreende-se até em saber que ela tem um namorado. Pois nos últimos tempos, seus contatos com sua mãe foram por telefonemas. Algo não tão comum de se ver, onde filhos visitam os pais somente em datas especiais. Se realmente há amor, há de se encontrar um tempo para um visita fora do convencional.</p>
<p><span style="color:#363636;">Jaime e sua Mamá mais que lavar a roupa suja, fazem um mergulho na alma. Sem rancores, vão se desnudando. Travam diálogos, por vezes intensos, por vezes engraçados até por conta do problema de saúde dela. Mas acima de tudo, a conversa se dá com muito carinho e respeito por ambos.<br />
</span></p>
<address><span style="color:#363636;">O diálogo traz trechos como esse quando ela pergunta o que ele se tornou:</span><span style="color:#363636;"><br />
&#8220;<strong>_ Sou uma aparência.<br />
_E o que há por detrás dessa aparência?<br />
_ Medo.</strong>&#8220;</span><span style="color:#363636;"></span></address>
<address><span style="color:#363636;">Ele quis mudar&#8230;</span></address>
<p><span style="color:#363636;"> Ah, no finalzinho do filme, uma lágrima teimou em correr pela face. Como na frase que está na capa do dvd: &#8220;Q<em>ue a ternura te toque o coração</em>&#8221; nesse bate-papo com a mãe. Nota máxima!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#363636;">Por: Valéria Miguez.<strong></strong></span></p>
<p><span style="color:#363636;"><strong>Conversando com Mamãe (Conversaciones con Mamá)</strong>. 2004. Argentina. Direção e Roteiro: Santiago Carlos Oves. Elenco: China Zorrilla, Eduardo Blanco, Ulises Dumont, Silvina Bosco. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 90 minutos.</span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/lella.wordpress.com/363/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/lella.wordpress.com/363/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lella.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lella.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lella.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lella.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lella.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lella.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lella.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lella.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lella.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lella.wordpress.com/363/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lella.wordpress.com&blog=1479777&post=363&subd=lella&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Margot e o Casamento (Margot at the Wedding)</title>
		<link>http://lella.wordpress.com/2008/05/10/margot-e-o-casamento-margot-at-the-wedding/</link>
		<comments>http://lella.wordpress.com/2008/05/10/margot-e-o-casamento-margot-at-the-wedding/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 20:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LELLA</dc:creator>
		
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&#8220;Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar&#8221; (Clarice Lispector)
Atenta ao início do filme, já me peguei a pensar em o porque de uma mulher bela e talentosa, ser infeliz. E mais, no porque fazia com que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#996600;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/margot-at-the-wedding.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-350" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/margot-at-the-wedding.jpg?w=433&h=300" alt="" width="433" height="300" /></a></span></p>
<p><span style="color:#996600;">&#8220;<strong><em>Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar</em></strong>&#8221; (Clarice Lispector)</span></p>
<p><span style="color:#996600;">A</span><span style="color:#996600;">tenta ao início do filme, já me peguei a pensar em o porque de uma mulher bela e talentosa, ser infeliz. E mais, no porque fazia com que os outros também ficassem assim. Com o desenrolar da história, em meio a uma discussão, sua irmã revela o seu problema. Algo que uma terceira irmã concluíra. Pelo visto, ela atazanava a vida de outros mais da própria família e há tempos. A partir dai, desse diagnóstico, relaxei. Não apenas porque fora dito por uma não profissional da área, como poderiam terem chegado a conclusão por associações. Bem, de qualquer forma algum distúrbio ela teria.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#996600;">Essa bela e talentosa mulher é Margot (Nicole Kidman), uma escritora de contos. Que para surpresa da sua irmã Pauline (Jennifer Jason Leigh) aceita comparecer em seu segundo casamento. Ou em sua segunda tentativa em unir-se a alguém. Margot leva o filho Claude (Zaine Pais) um jovem tímido, que ainda não cortou o cordão umbilical. Que mesmo sendo contra a certas atitudes da mãe, ainda está muito dependente dela. E ela dele.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#996600;">Margot não está apenas no casamento da irmã por passeio. Seu casamento também está em crise. Mais, ela mantém um relacionamento extra-conjugal. Achando que o amante irá querer que fiquem juntos, abandonando seus casamentos, ao levar um fora, se desestrutura. E aí, não deixa pedra sobre pedra.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#996600;">Paralelo a isso, por sentir que seu filho gostou do Malcom, noivo (Jack Black) de sua irmã, ressalta os defeitos dele para ela. Tanto Claude como a filha de Pauline curtem o jeito divertido do Malcom. E o veneno faz tanto efeito, que até ele se desestrutura.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#996600;">O filme poderia ter sido mais amarrado, pois a história é boa. Ficaram alguns buracos.  No geral, dou um 7,5. E não entrou para a minha lista de que vale a pena rever.</span></p>
<p><span style="color:#996600;">Por: Valéria Miguez.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#996600;"><strong>Margot e o Casamento (Margot at the Wedding)</strong>. 2007. EUA. Direção e Roteiro: Noah Baumbach. Elenco: Nicole Kidman, Jack Black, Jennifer Jason Leigh, John Turturro, Ciarán Hinds, Flora Cross. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 92 minutos. Censura: 16 anos.</span></p>
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		<title>Valente (The Brave One)</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 16:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LELLA</dc:creator>
		
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&#8220;Marginais&#8230; Vocês sugaram a vida de Gotham City, na alma! Essa festa durou tempo demais. Basta! De agora em diante farei parte de seus pesadelos. A lei ganhou um nome&#8230; O meu nome! Batman! Lembre-se dele quando cometer um crime&#8230;&#8221; (Dectetive Comics nº 27. 1939)
Uau! Essa é a expressão que veio ao término do filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#003300;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/the-brave-one02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-355" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/the-brave-one02.jpg?w=360&h=193" alt="" width="360" height="193" /></a></span></p>
<p><span style="color:#003300;">&#8220;<strong><em>Marginais&#8230; Vocês sugaram a vida de Gotham City, na alma! Essa festa durou tempo demais. Basta! De agora em diante farei parte de seus pesadelos. A lei ganhou um nome&#8230; O meu nome! Batman! Lembre-se dele quando cometer um crime&#8230;</em></strong>&#8221; (Dectetive Comics nº 27. 1939)</span></p>
<p><span style="color:#003300;">Uau! Essa é a expressão que veio ao término do filme e ainda com as faces úmidas das lágrimas que não retive quase no finalzinho. Logo em seguida, já refeita da emoção, exclamei um sonora e alegre: Sensacional! O Trio - Neil Jordan, Jodie Foster e Terrence Howard - merecem ser aplaudidos de pé!</span></p>
<p><span style="color:#003300;">Explicando o porque de eu ter trazido essa citação no início. Antes desse, o outro trabalho de Jodie Foster ficou a desejar - &#8220;O Plano Perfeito &#8221; (Inside Man). Alguém que atuou brilhantemente em &#8220;Nell&#8221; e &#8220;O Silêncio dos Inocentes&#8221; (The Silence of the Lambs) merecia um outro papel a sua altura. Não que eu seja contra a pequenas participações de grandes atrizes (atores). Não é isso. Para mim, Spike Lee não soube usar o potencial dela como Neil Jordan fez agora. Então, quando soube desse novo papel, fiquei com muita vontade de ver. E enquanto aguardava, lendo uma sinopse me veio a lembrança do Batman. Mas do Cavaleiro das Trevas na essência. Alguém a qual o destino pregou uma peça terrível. Marginais estupidamente tiraram deles um bem maior. De Batman, os pais. De Eric, o seu amor. Aquele que queria junto de si, eternamente.</span></p>
<p><span style="color:#003300;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/the-brave-one05.jpg">Eric Bain</a> (Jodie Foster) tem um programa numa Rádio FM, &#8220;Andarilha das Ruas&#8221;: &#8220;<em>Eu caminho pela cidade. Me queixo e lamento, mas caminho. Eu ando, observo e escuto. E sou testemunha de toda beleza e feiúra que está desaparecendo de nossa amada cidade.</em>&#8221; Ela é alguém que ama Nova Iorque. Que não gostaria de que esquecessem as histórias dessa metrópole. Num saudosismo romântico. Mesmo ciente de que também existe um lado violento por essas ruas, até então caminha sem medo. Até o dia onde brutalmente assassinam seu noivo, e a deixam em coma por semanas.</span></p>
<p><span style="color:#003300;">O noivo, <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/the-brave-one01.jpg">Dr. David Kirmani</a> (Naveen Andrews) é o Sayid de &#8220;Lost&#8221;. Sua participação é curta, mas não fez feio. Embora em na Série de Tv ele dê um show!</span></p>
<p><span style="color:#003300;">Ressalto a duração do filme, ele é longo, mas para deixar registrado que é um dos pontos positivos dessa história. Por acompanharmos todo esse mergulho que Eric faz dentro de si mesma com brilho nos olhos  sem nenhuma pressa. Até cita uma frase que tem pontuado em algumas personagens de outros filmes. Mas que ela não a banalizou, pelo contrário, tal qual em &#8220;Closer - Perto Demais&#8221; como também em &#8220;<a href="http://lella.wordpress.com/2008/03/09/elsa-e-fred-um-amor-de-paixao-elsa-y-fred/">Elsa e Fred - Um Amor de Paixão</a>&#8220;, emociona. Creio que pelo primeiro muitos já sabem qual é frase, mas quem ainda não viu o segundo, não perca o filme é lindo! Então, a frase que também emociona dita por Eric Bain é &#8220;<strong><em>Olá, Estranha!</em></strong>&#8220;. Alguns de nós após ultrapassar um momento em que parece que retiraram o nosso chão, nos pegamos a pensar de onde veio essa força interior que nos faz seguir adiante. E é diante do espelho que ficamos, ou melhor, que somos apresentado a essa outra pessoa que reside em nós e até então a desconhecíamos.</span></p>
<p><span style="color:#003300;">Por conta dessa tragédia, aos poucos, vai entrando em seu caminho o <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/the-brave-one.jpg">Detetive Mercer</a> (Terrence Howard). Um policial íntegro. Alguém que se ressente um pouco por não fazer nada fora da lei. Mesmo sendo tão minucioso nas investigações sabe que com dinheiro os criminosos terão advogados que os livrem de serem punidos. Eu amei a participação desse ator em &#8220;<a href="http://lella.wordpress.com/2008/03/27/o-som-do-coracao-august-rush/">O Som do Coração</a>&#8221; (August Rush) e estou vibrando por terem dado a ele esse papel. Excelente atuação! Numa química perfeita com Jodie Foster. Outro que também se encara no espelho. E que descobre por conta dessa amizade que também tem um outro eu que desconhecia. Além de tudo, ele é um <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/terrence-howard.jpg">gato</a>!</span></p>
<p><span style="color:#003300;">Como citei, em nenhum momento perdemos a atenção do filme. E confesso que no finalzinho me peguei querendo que ele, o Detetive Mercer, desacelerasse o carro. O final me fez pensar: &#8220;Isso é mesmo um filme americano?&#8221; Para alguém que nos brinda com um, por exemplo, &#8220;<a href="http://lella.wordpress.com/2008/03/16/cafe-da-manha-em-plutao-breakfast-on-pluto/">Café da Manhã em Plutão</a>&#8220;, não poderia ser tão diferente trazendo essa brava e valente, e de muita sensibilidade, personagem feminina: Eric Blain. Grata, Neil Jordan! Por esse belo presente!</span></p>
<p><span style="color:#003300;">Além de toda uma NY noturna, destaco também a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=i8B1ai25lUo&amp;feature">trilha sonora</a>. Como também, a atuação dos demais personagens. Enfim, dou nota máxima em tudo!</span></p>
<p><span style="color:#003300;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#003300;"><strong>Valente (The Brave One)</strong>. 2007. EUA. Direção: Neil Jordan. Elenco: Jodie Foster, Terrence Howard, Nicky Katt, Naveen Andrews, Mary Steenburgen, Ene Oloja, Zoe Kravitz. Gênero:  Drama, Policial, Suspense. Duração: 122 minutos.</span></p>
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		<title>As Horas (The Hours)</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 12:59:19 +0000</pubDate>
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&#8220;A fantasia, em todas as suas formas, só tem utilidade se servir como uma reflexão do que pode ser construído para o futuro.&#8221; (Kurt Vonnegut)
Muito embora o filme traga três personagens femininas, é do lado feminino de ser que cada um de nós temos, homens e mulheres, que ele mostra. E esse olhar feminino vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/thehours03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-340" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/thehours03.jpg?w=400&h=454" alt="" width="400" height="454" /></a></p>
<p><span style="color:#990000;">&#8220;<strong><em>A fantasia, em todas as suas formas, só tem utilidade se servir como uma reflexão do que pode ser construído para o futuro.</em></strong>&#8221; (Kurt Vonnegut)</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Muito embora o filme traga três personagens femininas, é do lado feminino de ser que cada um de nós temos, homens e mulheres, que ele mostra. E esse olhar feminino vem pelo poeta, justamente por um personagem masculino. Um jeito romântico de ser e de olhar o mundo. Lindo!</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Aí ficam perguntas&#8230; Tudo tem que ser tão certinho? Tudo tem que sempre ser encarado dentro da normalidade, daquilo que já está pré-estabelecido? A mola do mundo também é movimenta por algo fora dos padrões, fora do convencional. Sempre teremos tempo de subverter a engrenagem. Ou não, pois o tempo não para. As horas voam&#8230; Onde estaria, melhor, onde ficaria o sonho, o desejo, a vontade em traçar seu próprio destino? Pois, levar uma vida dupla, onde a real é por pura obrigação, onde a de sonhos é escapismos, há de chegar uma hora que não aguentará mais. E ai&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Não li o livro do qual o filme foi baseado. Como também ainda não li o livro de Virgínia Woolf, &#8220;Mrs. Dalloway&#8221; que faz parte do filme. Esse me motivou a mais em ler. Então, focarei o filme. E sem entrar muito na patologia da escritora, por não ser a minha praia. O filme mostra um dia ímpar na vida de algumas pessoas. Com ela, escrevendo os esboços de mais um livro. Que viria a ser seu último trabalho. Como também, anos depois (Em 1951 e em 2001; nos EUA.), vidas alteradas em alguns dos leitores desse mesmo livro. Um dia que ficará marcado para sempre.</span></p>
<p><span style="color:#990000;">O que me cativou de pronto foi o lance <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/hours4.jpg">dela ficar buscando uma frase</a> para então iniciar o texto. Sem nenhuma pretensão nessa comparação, lhes digo que eu era assim. Para qualquer texto que escrevia, mesmo para uma redação na escola, buscava por uma frase para iniciar. Após encontrá-la, o texto fluía naturalmente.</span></p>
<p><span style="color:#990000;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/nicole-kidman.jpg">Nicole Kidman</a> faz a Virgínia Woolf. Confesso a vocês que não a reconheci de imediato. Só fui mesmo notar quando outra pessoa comentou. Parabéns pela performance e pelo visual!</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Virgínia, após encontrar a frase&#8230; Ótima por sinal! Eu adoro flores! &#8230;pensa no rumo que dará aos personagens. Sua intenção inicial era matar a protagonista. Sua inquietude também por conta de sua doença a faz parar por algumas horas e olhar o mundinho que a cerca. De onde se deprime por saber que está presa ao seu problema. Gostaria que mais do que drogarem-na, que os médicos encontrassem uma solução. Durante esse correr do dia&#8230; Constata que sua casa funciona sem ela, pois as criadas tomam as decisões que deveriam vir dela. Talvez, numa de punir, faz a empregada ir comprar gengibre em Londres.</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Depois, com a visita da irmã com os filhos, capta mais coisas. Visita essa que por terem chegado antes da hora, irrita o marido (Stephen Dillane). A <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/thehours05.jpg">irmã</a> (Miranda Richardson) lhe diz que é uma privilegiada, por poder viver duas vidas: a real e a dos livros. Mas Virgínia queria mesmo viver outra vida. Até da irmã, já seria bem-vinda. E por conta de um <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/the-hours06.jpg">cerimonial junto com a sobrinha</a> para um pássaro à beira da morte&#8230; reflete mais agora também sobre a sua vida real.</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Uma das passagens mais tocante é <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/thehours04.jpg">dela com o marido</a> na estação de trem. (Algo sadio em qualquer relacionamento: o de discutir a relação.) O que cada um falou para o outro. Mas que deixou uma pergunta: Será que ambos ouviram o que o outro dizia de fato? Claro, que eles tentaram. (Atualmente, eu diria que num caso semelhante, precisariam da ajuda de um profissional.). Mas diante do quadro clínico dela e por Leonard ser meio avesso às mudanças repentinas, não houve o acesso até ela. Mesmo havendo amor entre eles, um não conseguia satisfazer o outro. Numa parte, quando ela diz estar entediada ali naquele lugar, ele lhe diz que ela sentia o mesmo na agitação da capital. Ele bem que tentou dentro do limite dele, do jeito dele, fez o que julgava estar certo e por amor a ela. Mais uma vez estava disposto a mudar a si próprio por ela. Mas não era isso que ela queria. Virgínia queria não apenas libertar-se, como também não manter ninguém preso a si. E eles não se entenderam.</span></p>
<p><span style="color:#990000;">As outras duas histórias, mesmo passadas em anos diferentes, irão se unir de fato nesse único dia. Não, não se trata de nenhuma viagem do tempo, vendo o filme irão entender melhor. Por hora, vou tentar contar sem estragar a surpresa de quem ainda não viu esse filme.</span></p>
<p><span style="color:#990000;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/julianne-moore.jpg">Laura Brown</a> (Julianne Moore) leva a vida de uma dona de casa padrão. Casada. Mãe de um menino e encontra-se grávida de outro. No dia do aniversário do seu marido, Dan (John C. Reilly), algo acontece que a faz mudar radicalmente a sua vida. Pontua essa decisão não apenas a história do livro, mas a conversa com a amiga Kitty (Toni Collette). Essa, por estar na iminência de não mais poder gerar um filho considera a amiga uma privilegiada. Mas essa não é a vida que ela queria levar. Laura queria libertar-se. Mas como sair daquela engrenagem? O que seria do seu <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/the-hours08.jpg">garotinho</a>? Certo ou errado, Laura segiu com a sua decisão.</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Passados mais alguns anos&#8230; Conhecemos <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/meryl-streep.jpg">Clarissa Vaughan</a> (Meryl Streep) que como na manhã da história do livro, sai para comprar flores. Também irá dar uma festa. Seu grande e inestimável amigo <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/ed-harris.jpg">Richard</a> (Ed Harris) ganharam um prêmio. Prêmio esse que o colocava na lista dos grandes poetas. Mas que para ele, viera mesmo por ele se declarar aidético. Ela já incorporou em seu dia-a-dia ir cuidar dele. O que o deprime. Tal qual Virgínia com o marido, ele também se desgosta em precisar desses cuidados. A ama demais para mantê-la presa a ele. Ela tem uma filha (Claire Daines), ela tem Sally (Allison Janney). Tem a sua própria vida.</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Assim, ao final de um único dia&#8230; após fazerem um mergulho profundo dentro de si mesmo&#8230; após reverem seus fantasmas, ou seriam seus piores pesadelos? Dormem o sono dos justos. Para alguns, um novo amanhecer surgirar. E por conta disso, mesmo sendo um clichezão, repito: Enquanto há vida, há esperança. Eu fico triste quando vejo um final com o fim de certos personagens. Triste, mas respeitando a decisão.</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Esse entrou para a minha lista de que vale a pena rever, sempre! Filmaço! Nota máxima!</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#990000;"><strong>As Horas (The Hours)</strong>. 2002. EUA. Direção: Stephen Daldry. Elenco: Nicole Kdman, Meryl Streep, Julianne Moore, Ed Harris, John C. Relly, Claire Danes, Toni Collette, Miranda Richardson, Jeff Daniels, Stephen Dillane. Gênero: Drama. Duração: 114 minutos. Baseado no livro de Michael Cunningham.</span></p>
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		<title>A Bela da Tarde (Belle de Jour)</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 16:02:36 +0000</pubDate>
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&#8220;Uma parte de mim é permanente
Outra parte se sabe de repente
Uma parte de mim é só vertigem
Outra parte linguagem
Traduzir uma parte na outra parte&#8230;&#8220;

Após tantos anos, rever esse filme ficou com sabor de primeira vez. E me peguei a pensar em como motivar a turma mais jovem que ainda não assistiu e tão acostumado a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#990000;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/belledejour.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-326" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/belledejour.jpg?w=500&h=305" alt="" width="500" height="305" /></a></span></p>
<p><span style="color:#990000;">&#8220;<strong><em>Uma parte de mim é permanente<br />
Outra parte se sabe de repente<br />
Uma parte de mim é só vertigem<br />
Outra parte linguagem<br />
Traduzir uma parte na outra parte&#8230;</em></strong>&#8220;<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Após tantos anos, rever esse filme ficou com sabor de primeira vez. E me peguei a pensar em como motivar a turma mais jovem que ainda não assistiu e tão acostumado a outro tipo de ritmo. Pela história em si, até pode ser que uma versão mais atual daria mais velocidade. Até porque não seria mais a Séverine, de Catherine Deneuve. Bela e elegante! Cujo personagem imortalizou-se na imaginação de homens, como também de mulheres de uma geração. Quem sabe de duas.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">O lance maior seria que atualmente as &#8220;escapulidas&#8221; não têm mais o mesmo peso. Embora, em fóruns tenho visto jovens com idéias tão retrógradas, tão preconceituosas, que veriam nisso um pecado. Não que eu concorde também, pois para mim quem tem esse tesão todo por sexo, por orgias sexuais&#8230; Deveria romper com o casamento. Ir à luta&#8230; O que quero dizer, é o porque dessa personagem cair no gosto popular e dos eruditos também. Creio que o mérito maior é da atriz. Irradiando charme!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Esmiuçando o filme&#8230; Tentando não revelar tudo. Há pouco tempo de casada, Séverine sente-se mais que entediada, sente a falta de sexo. Não tem o menor tesão pelo marido (Jean Sorel). Embora a trate com carinho, ele não a satisfaz. Não há o gosto de algo proibido. De algo pecaminoso. Não sabemos se é fruto de sua imaginação, ou não, por lembranças rápidas, nos mostra que passou por abusos sexuais, pequenas carícias por um homem adulto. Seu pai? Pode ser. Se não houve de fato, pode ser para tentar dar a si própria uma justificativa para o fogo atual. Um fogo que só tomará proporção ao saber uma história de uma conhecida do Clube de Tênis. E pelo amigo (Michel Piccoli) do marido que conta da Casa da Madama Anais (Geniviève Page).<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/belle-de-jour.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-325" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/belle-de-jour.jpg?w=500&h=325" alt="" width="500" height="325" /></a></span></p>
<p><span style="color:#990000;">Séverine então passa as suas tardes transando com vários homens. Ganhando a alcunha de Belle de Jour. (Revendo o filme agora, não deu para não pensar na <a href="http://www.youtube.com/watch?v=__2Br3RVSQU">música do Alceu Valença</a>.) Para ela, quanto mais rudes, mais prazer sentia. Seu humor com o marido, melhorava a cada dia. Ele completava um lado seu: o de um marido bonito. Pois é, uma inversão de papéis que nesse caso ainda atual: o de marido objeto em vez da mulher. O que não deixa de ter graça perante aos machistas. Voltando ao marido&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Ele nota a mudança dela. Achando que ia tudo bem, fala de terem filhos. Acontece que ser mãe não está nas fantasias dela. Nem nos planos. Ocasionando novos desconfortos entre o casal.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Tudo caminhava a contento, até que um jovem (Pierre Clémenti) se apaixona por ela. Tornando-se obsessivo. Para ela, ele era só mais um homem que a fazia sentir enormes prazeres na cama. Talvez por sentir que está perdendo o companheiro de tráfico, seu comparsa a segue, descobrindo sua verdadeira identidade. Mas antes disso, o amigo de seu marido a flagra num dos quartos da casa da Madama Anais. O que a faz pensar em parar por um tempo. É porque desistir de fato, ela não quer. O jovem vai a sua casa e faz chantagem. Ela consegue ganhar um tempo.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Louco de amor por ela, o jovem resolve, a seu jeito, dar uma solução. Acontece que o resultado foi pior para o lado dele. Para Séverine, veio como uma punição. Peso na consciência. Faltava o tiro de misericórdia. Que veio pelo tal amigo do marido. Alguém que sentia muita inveja do casal.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">E no final&#8230; não, o certo seria: e o final&#8230; pois é, o final poderão alguns ficar sem entender. Para mim, o amigo do marido lhe fez foi um grande favor. Tirando-lhe um peso. Dando a ela a chance de voltar a vida dupla; e sem mais barreiras. Livre, leve e solta.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Não darei nota máxima, porque senti falta de música. No meu imaginário, Paris também tem músicas belas e românticas. Como também quero passar um bom tempo até voltar a assistir. Para sentir o mesmo clima.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Por: Valéria Miguez.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;"><strong>A Bela da Tarde (Belle de Jour)</strong>. 1967. França. Direção e Roteiro: Luis Buñuel. Elenco: Catherine Deneuve, Jean Sorel, Michel Piccoli, Geniviève Page, Pierre Clémenti. Gênero: Drama. Duração: 100 minutos. Baseado num livro de Joseph Kessel.<br />
</span></p>
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		<title>Nunca Te Vi, Sempre Te Amei (84 Charing Cross Road)</title>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2008 05:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LELLA</dc:creator>
		
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&#8220;Não posso ir ao seu encontro porque eu já estou com você.&#8221; (Richard Bach)
Na era do mundo virtual onde as mensagens chegam tão rápido. Onde parece que logo tudo é descartado. Me pego a pensar se os jovens entenderiam a amizade que durou quase 20 anos entre Helen e Frank. E que com eles foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/84-charing-cross-road.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-322" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/84-charing-cross-road.jpg?w=342&h=443" alt="" width="342" height="443" /></a></p>
<p><span style="color:#9d0618;">&#8220;<strong><em>Não posso ir ao seu encontro porque eu já estou com você.</em></strong>&#8221; (Richard Bach)</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Na era do mundo virtual onde as mensagens chegam tão rápido. Onde parece que logo tudo é descartado. Me pego a pensar se os jovens entenderiam a amizade que durou quase 20 anos entre Helen e Frank. E que com eles foram por cartas. Num passado não muito distante.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">O filme é baseado na história da escritora Helene Hanif (Anne Bancroft). Pediram a ela para contar algo sobre a sua vida. E ela nos brinda com parte da sua vida adulta onde pontua um grande e inestimável amigo: Frank P. Doel (Anthony Hopkins).</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Tudo começou em 1949. Na busca por certos livros, e fora do seu orçamento&#8230; um anúncio em uma revista de uma Livraria &amp; Antiquários, em Londres, a leva a escrever uma carta. A primeira de inúmeras&#8230; Ah! Ela morando em Nova Iorque. E Frank responde dizendo que parte dos &#8220;problemas&#8221; dela já estavam resolvidos.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Pelo preços muito em conta, pela gentileza nos envios seguindo junto cartas numa linguagem pessoal, também foram fatores que deram início a essa longa amizade. Mas o que contribuiu mesmo, o que enraizou essa relação era o humor de ambos. Da parte dele, por ser tímido, como também casado, ficou mais comedido no início. Agora, o jeito extrovertido de Helen, do jeito divertido até em reclamar, acabou por conquistar de vez não apenas a ele, como os demais funcionários.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Além dos pedidos dos livros, Helen passou a confidenciar seu dia-a-dia. Como forma de retribuir o carinho, por eles estarem sobre um racionamentos do pós-guerra no tocante a certos alimentos, ela passou a enviar em datas especiais cestas de alimentos: embutidos, enlatados&#8230; Uma empresa na Dinamarca as vendia em catálogos. Para eles, um mimo inestimável.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Quando Helen obtinha recursos financeiros para cruzar o Atlântico e então conhecê-los, imprevistos a levava a usar o dinheiro. Assim, o tempo foi passando.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;"> O filme começa quando ela enfim, vai a Londres. A partir dai, é que ficamos conhecendo esses anos todos. Em até que, como numa frase que ela diz no filme (Esqueci a autoria.): &#8220;<em>Não sei se eles acreditarão ou não, mas eu estive lá</em>.&#8221; É, lá está ela, dentro daquele lugar que lhe é tão caro! E eu não consegui reter as lágrimas. Nem não sendo mais a primeira vez que vejo. Filmaço! Eu amo!</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Ah sim! Eu adoro o título dado no Brasil: &#8220;<em><strong>Nunca Te Vi, Sempre Te Amei!</strong></em>&#8221; Sou uma eterna romântica.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;"><strong>Nunca Te Vi, Sempre Te Amei (84 Charing Cross Road)</strong>. 1987. Reino Unido. Direção: David Hugh Jones. Elenco: Anne Bancroft, Anthony Hopkins, Judi Dench. Gênero: Comédia, Drama, Romance. Duração: 100 minutos.</span></p>
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		<title>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin d&#8217;Amélie Poulain)</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 11:46:42 +0000</pubDate>
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Lentes mágicas! Se eu fosse definir essa personagem em uma única expressão, seria essa. No filme sobressai a descoberta dos prazeres que podemos captar para depois sentir no dia-a-dia. Bastando um olhar mágico buscando por um ângulo diferente. Um fantasiar como ilustração para quebrar a rotina. Dando um realce como na letra de Gil: &#8220;realce, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#663300;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/amelie-poulain04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-311" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/amelie-poulain04.jpg?w=455&h=300" alt="" width="455" height="300" /></a></span></p>
<p><span style="color:#663300;"><em><strong>Lentes mágicas!</strong></em> Se eu fosse definir essa personagem em uma única expressão, seria essa. No filme sobressai a descoberta dos prazeres que podemos captar para depois sentir no dia-a-dia. Bastando um olhar mágico buscando por um ângulo diferente. Um fantasiar como ilustração para quebrar a rotina. Dando um realce como na letra de Gil: &#8220;<strong><em>realce, quanto mais purpurina, melhor</em></strong>&#8220;.</span></p>
<p><span style="color:#663300;"> </span><span style="color:#663300;">Este filme é um brinde a sensibilidade! Independe da pessoa ser rotulada de sensível, romântica&#8230; Creio que até quem considere isso como fraqueza, em algum breve momento da vida viveu Amélie. Quem me indicou o filme, acertou! Eu amei! Entrou para a minha lista The Best! Identifiquei-me com ela. Com lances da sua história, eu fiz várias viagens pontuando fases da minha vida. Lembranças, muitas e prazerosas. Para quem viu, aquilo que ela fazia com os moranguinhos nos dedos, eu fazia, também em menina, mas com gomos de tangerinas. Como também gostava de enfiar a mão nos grãos de cereais no armazém. São só algumas das particularidades em comum com Amélie.</span></p>
<p><span style="color:#663300;">O que conta o filme? Praticamente toda a sua vida. Na infância, por conta de um diagnóstico errado, fizeram com que seus pais a quase que colocá-la numa redoma de vidro. Uma princesinha presa em seu castelo. Mas como tinha imaginação de sobra, ela tirou isso de letra. Amélie sempre foi um doce de pessoa.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#663300;">Como não morreu, já adulta, vai morar sozinha na cidade. Trabalhando como garçonete. Até que no dia em que estava vendo a notícia da morte da Princesa Diana, descobre uma caixinha num compartimento secreto na parede de seu apartamento. Dentro, tinha objetos de um menino. Aquilo para ela foi como achar um tesouro. Resolve achar o dono da caixinha e entregar a ele, suas memórias de infância. Tanto faz, que consegue.</span></p>
<p><span style="color:#663300;">Mas com o que aconteceu nesse reencontro do já um avô com essa caixinha&#8230; Desperta nela o querer mais que ajudar as pessoas a sua volta, em fazê-las ir atrás de seus sonhos. De realizar seus desejos. Precisam ver o que faz para convencer seu pai, agora viúvo, a fazer a viagem de seus sonhos. É show!</span></p>
<p><span style="color:#663300;"> Para ela, não apenas por ser tímida, mas também por gostar de fantasiar, não é em apenas chegar e falar com a pessoa. Tem todo uma encenação, conduzindo-as para esse intento. E sem maldade. Pois para mim, a pureza de Amélie é a balança com que ela pesa as convenções sociais. Pois segue uma conduta própria. Até quando invade a vida das pessoas, o faz para que saiam da rotina. Por querer bem a todos. Talvez como naquela máxima: &#8220;<em><strong>Não leve a vida tão a sério, porque não sairá vivo dela.</strong></em>&#8220;</span></p>
<p><span style="color:#663300;">E como num conto de fadas, ela tem uma fada madrinha. Melhor, ela tem um Mestre. Um Senhor que atento as coisas belas que ela está fazendo, tenta mostrar a ela que está negligenciando a sua própria vida. Deixando de ser a protagonista da sua própria história. Com isso, está deixando o tempo passar.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#663300;">Quem ainda não viu, veja. Vai se apaixonar! E se encantar também com a <a href="http://br.youtube.com/watch?v=h5r2K3Kym-8&amp;feature">trilha sonora</a>. Um filme para ver e rever sempre. Nota 10 em tudo!</span></p>
<p><span style="color:#663300;">Por: Valéria Miguez.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#663300;"><strong>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin d&#8217;Amélie Poulain)</strong>. 2001. França. Direção e Roteiro: Jean-Pierre Jeunet. Com: Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus, Lorella Cravotta, Serge Merlin, Jamel Debbouze, Clotilde Mollet, Claire Maurier, Isabelle Nanty, Dominique Pinon, Maurice Bénichou. Gênero: Comédia, Drama, Romance. Duração: 122 minutos. Censura: 14 anos.</span></p>
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		<title>Irina Palm</title>
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		<pubDate>Thu, 01 May 2008 09:42:42 +0000</pubDate>
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Este é o texto de número 100 do Blog. Fiquei pensando em qual filme trazer. Até porque pretendo nesse mês de maio trazer filmes que mostram um universo feminino. Numa homenagem a nós Mulheres. Mesmo àquelas que não geraram filhos, carregam em si também um amor maternal. Entre alguns, escolhi esse: Irina Palm. Também pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#000080;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/04/irina-palm-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-300" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/04/irina-palm-3.jpg?w=500&h=307" alt="" width="500" height="307" /></a></span></p>
<address><em><span style="color:#000080;">Este é o texto de número 100 do Blog. Fiquei pensando em qual filme trazer. Até porque pretendo nesse mês de maio trazer filmes que mostram um universo feminino. Numa homenagem a nós Mulheres. Mesmo àquelas que não geraram filhos, carregam em si também um amor maternal. Entre alguns, escolhi esse: Irina Palm. Também pela Data de hoje: Dia do Trabalho. E Grata a Todos que por aqui passam!</span></em></address>
<p><span style="color:#000080;">Entrando no filme&#8230; Maggie (Marianne Faithfull) para conseguir dinheiro para um tratamento novo que é a última chance de salvar seu netinho, resolve procurar um trabalho. Mas para alguém sem qualificação profissional, nem experiência fora o de dona de casa, as portas se fecham. Acontece que ela não desiste.</span></p>
<p><span style="color:#000080;">Nessa busca eis que surge um&#8230; A princípio fica espantada, até porque era algo que nem em sonhos conhecia. Mas o amor pelo netinho, a fez voltar atrás e aceitar. O salário, as comissões eram altas. E o tratamento médico era caro. Além das posses dela e do filho.</span></p>
<p><span style="color:#000080;">O filme também aborda o preconceito a certos tipos de trabalho. Claro que ele não está ditando regras. Mas um pouco de consideração, até para saber o porque de algumas pessoas estarem nessa. Como a colega de trabalho diz, é preciso separar as duas pessoas. Ter consciência de que Maggie e Irina Palm eram duas pessoas diferentes. Será? Pois se a Maggie ficou até mais radiante com a chegada da Irina Palm em sua vidinha. Trouxe-lhe sangue novo correndo em suas veias. De uma coisa Maggie sabia, de que sua família e suas amigas não iriam entender, dai fez segredo. Mas de onde menos se espera, surge um abraço carinhoso.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#000080;">Falar mais do filme é estragar a surpresa de vocês. O prazer em acompanhar essa Guerreira! Eu fiquei fã da Maggie! Que em vez de ficar rezando por um milagre, ela foi à luta. Arregaçou as mangas e colocou a mão na massa&#8230; E que tapa de luva que ela deu na companheira de baralho, que quis posar de dona da moral.</span></p>
<p><span style="color:#000080;">Só tenho uma queixa </span><img src="http://www.orkut.com/img/smiley/i_angry.gif" border="0" alt="" /> <span style="color:#000080;">que censura besta em não mostrar o talento da Irina Palm. No mais, o filme é ótimo! De ver e rever. Nota 10! Amei o filme! </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Por: Valéria Miguez.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>Irina Palm</strong>. 2007. Bélgica. Direção e Roteiro: Sam Garbarski. Elenco: Marianne Faithfull, Miki Manojovic, Kevin Bishop, Siobhan Hewlett, Dorka Grylus. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 103 minutos.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
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